Conclusão do serviço arqueológico da Casa da Candinha foi adiado

Lucy Tamborino

O serviço de arqueologia na Casa da Candinha era para ser concluído até março deste ano. A Prefeitura, por meio da Secretaria de Obras informou que o contrato com a empresa IAB foi rescindido. Dessa forma, o segundo colocado da licitação será chamado e caso não aceite, terá que ser feito um novo processo licitatório Eles serão realizados por profissionais do Instituto de Arqueologia Brasileira (IAB) no local e no entorno.

O local era a casa-sede da fazenda Bananal. Não há informações sobre a data de construção, mas estima-se que seja entre o final do século XVIII e início do XIX. A parte original da casa é de taipa de pilão (construção de terra), técnica comum no período colonial.

A fazenda Bananal era remanescente de uma propriedade maior que remonta de 1.717, ano em que o bandeirante paulista Amador Bueno da Veiga recebeu a carta de sesmaria, ou seja, um documento emitido pela autoridade da época que permitia a doação das terras. Segundo historiadores, a descrição remete à porção do território guarulhense entre a zona leste da capital paulista e Mairiporã, correspondendo aos bairros de Tanque Grande, Bananal, Invernada, Taboão, Vila Barros, Cecap e Várzea do Palácio.

Imagem: Divulgação/PMG

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