Um ato criminoso dentro da casa que deveria legislar em nosso favor

Regina Pereira e Angela Nicoletti

Na última quinta-feira (28) o Supremo Tribunal Federal decidiu por unanimidade que é constitucional a matança em rituais de origem africanas.

Lamentamos esse retrocesso vergonhoso e criminoso na causa animal, onde países desenvolvidos não só proíbem o ato, como tantas outras atrocidades realizadas nesse país.

Esse julgamento começou em agosto de 2018, com voto a favor de Marco Aurélio Mello e foi seguido por todos, exceto Alexandre de Moraes, que na época pediu vista do processo e finalmente concordou com o voto.

A conclusão desse julgamento se dá pela decisão de que não há maus tratos no ato e desde que a carne fosse servida posteriormente na condição de alimentação.

Ora meus caros, se a maioria dos protetores deixa de se alimentar de carne, pela condição indescritível em que são abatidos, dirá numa condição dessa – SACRIFÍCIO RELIGIOSO!

Os autos sacerdotes dessas religiões usam o argumento do animal sacrificado, ser servido como alimento aos presentes, nas comemorações posteriores, mas e quem disse que comer UM animal está certo? Justificam também que não fazem sacrifícios com pet, logo não há razões para sermos contra!

Os ministros argumentam também que de outra forma, seria preconceito e feriria a constituição na condição de liberdade religiosa no país. OUTRO ABSURDO SEM QUALQUER FUNDAMENTO!!!

Achamos que toda cultura estrangeira tem que se adaptar a nossa e não nós a eles! Simples assim: NO BRASIL NÃO SE USA ANIMAL PARA NADA QUE NÃO SEJA AMAR E PONTO FINAL!!!

Para nós, tudo é questão de hábito e tradição! Nos países asiáticos como China, é habitual alimentarem-se de insetos e cachorro. Que horror! Já na Índia, não se alimentam de bovinos, pois são animais sagrados.

Acreditamos que se nos uníssemos no sentido de fazer a legislação reconhecer – ao menos os pets – como seres vivos e não bem privado, correríamos menos risco e salvaríamos mais vidas. Uma vez alcançada essa etapa, pudéssemos ir aos equinos, suínos e etc. #JUNTOSSOMOSMAISFORTES.