Sistema de verticalização do Cemitério de Bonsucesso é referência para Osasco

Da Redação

Equipe da Secretaria de Obras da Prefeitura de Osasco veio a Guarulhos nesta quarta-feira (18), para conhecer o sistema de sepulturas verticais do Cemitério Nossa Senhora de Bonsucesso, em Bonsucesso. A visita técnica foi guiada por Rosemeire Batista Salgado de Almeida, diretora do Departamento de Serviços Funerários da Secretaria de Serviços Públicos de Guarulhos e pelo encarregado de manutenção de obra, Cleomar Cavalcante.

O pioneirismo da cidade na verticalização das sepulturas motivou a visita, explicou Rodolfo Rodrigues Cara, diretor do Departamento de Administração Funerária da Secretaria de Obras de Osasco. “Fizemos uma pesquisa e verificamos que Guarulhos está à frente de muitas cidades do Estado quanto à construção de sepulturas verticais. Viemos aprender para aplicarmos o conhecimento em Osasco, onde o cemitério público em breve atingirá o limite de lotação”.

Para atender a demanda da região onde residem cerca de 100 mil pessoas, 576 novas sepulturas verticais e 160 verticais subterrâneas estão sendo construídas no cemitério de  Bonsucesso. Além de baixar os custos e facilitar o sepultamento, a verticalização amplia significativamente a capacidade do terreno. Uma área com capacidade para 1.100 urnas sepultadas em terra, com o novo sistema poderá receber 5.100 sepultamentos, por exemplo.

As sepulturas verticais são construídas com peças em ardósia pré-moldada que se encaixam formando lóculos sobrepostos. Cada conjunto conta com 72 gavetas interligadas por sistema de tratamento de efluentes gasosos.

Cemitério

Fundado por volta de 1930, o Cemitério Nossa Senhora do Bonsucesso (rua Dona Catharina Maria de Jesus, 708), possui cerca de 55 mil m² de área e recebe, em média, 68 sepultamentos por mês.  O cemitério é dividido três áreas: uma para sepultamento, com prazo indeterminado (jazigos perpétuos); outra por prazo determinado de cinco anos em lóculos verticalizados, e a terceira para as sepulturas do tipo comum, destinadas exclusivamente aos sepultamentos assistenciais.

Imagem: Jackson Argolo – PMG/SSP