Região Metropolitana de São Paulo tem queda nas fatalidades de trânsito

De acordo com os novos dados do Infosiga SP, sistema do Governo do Estado gerenciado pelo programa Respeito à Vida e Detran.SP, a região metropolitana de São Paulo registrou queda no número de acidentes e fatalidades de trânsito. Em novembro, houve 119 óbitos contra 137 no mesmo período do ano passado (-13,1%). Já com relação a acidentes com vítimas, que incluem ocorrências não fatais, houve aumento no mês: 6.470 acidentes em novembro deste ano contra 6.126 em 2019 (+6%). No ano, a redução é de 11% nos óbitos (1.417 contra 1.590) e de 10% nos acidentes (59.151 contra 65.820). Entre pedestres, houve 42,9% menos fatalidades.

Na região metropolitana da Capital, motociclistas seguem como grupo com maior número de vítimas fatais em novembro (46 contra 48 em 2019, queda de 4,2%). Pedestres estão em segundo lugar com 32 vítimas neste ano (56 em 2019, redução de 42,9%). Em seguida, estão os ocupantes de automóveis com 25 vítimas (24 em 2019, aumento de 4,2%) e ciclistas com 9 vítimas (7 em 2019, aumento de 28,6%).

Homens representam 79,8% das vítimas, enquanto 42% das fatalidades envolveram jovens com idade entre 18 e 34 anos. Vias urbanas abrigaram 57,1% dos acidentes fatais em novembro, a maior parte atropelamentos (31,1%) e colisões entre veículos (28,6%). As ocorrências no mês estiveram concentradas no período noturno (56,3%) e nos finais de semana (55,5%). Condutores representam 52,1% das vítimas fatais de trânsito.

Estado de SP

As estatísticas do Estado foram fortemente influenciadas pelo acidente envolvendo ônibus e caminhão na cidade de Taguaí. Ao todo, a ocorrência vitimou 42 pessoas, elevando o número de fatalidades para 432 em novembro, aumento de 2,9% na comparação com o mesmo período de 2019 (420 vítimas fatais). Sem este acidente, o Estado teria uma redução de 7,1% nos índices. Em novembro foram registrados ainda 16.012 acidentes com vítimas (+3,6%). No acumulado do ano, a redução é de 8,5% nas fatalidades (4.514 contra 4.934 em 2019) e de 10,4% nos acidentes (149.714 contra 167.072).