Prefeitura adota medida paliativa para consertar excesso de buracos na cidade

Mayara Nascimento

Além da demora no conserto dos buracos, agora os guarulhenses também se preocupam com a forma em que estão sendo tapados, já que desde o começo do mês apenas é jogado terra, pedras e outros materiais para nivelamento ao invés do uso da massa asfáltica.

Comerciantes da rua Adalberto Belini, no Jardim Bananal, interceptaram ontem dois caminhões da Progresso e Desenvolvimento de Guarulhos S/A (Proguaru) que foram até a rua consertar os diversos buracos jogando apenas pedras.

“Muitos ônibus e caminhões passam pela rua, praticamente não conseguimos circular pela via por causa dos buracos. Disseram que esse conserto é provisório e que semana que passarão o asfalto. Se chover nesse meio tempo o trabalho todo será em vão”, comentou um dos comerciantes, que preferiu não ser identificado.

Em entrevista exclusiva à Folha Metropolitana, o prefeito Guti informou que este não é o serviço final. “Diversos fatores fizeram que a cidade ficasse com muitos buracos, não vamos conseguir resolver da noite para o dia. É um serviço paliativo, para apenas para diminuir o impacto para que se consiga fazer um tapa-valas ideal. É preciso realizar este serviço para depois de 15 ou 20 dias passar o asfalto definitivo”, disse.

A Proguaru reforçou a informação comentando que realizou um serviço paliativo em alguns buracos da cidade com objetivo de evitar que veículos sejam danificados. As manutenções serão concluídas pela equipe de tapa-buracos nos próximos dias.

Imagem: Divulgação