Potencial de consumo de Guarulhos deve ultrapassar R$ 32 bilhões em 2018

Da Redação

O potencial de consumo de Guarulhos deve atingir R$ 32,7 bilhões neste ano. O montante apresentou significativo crescimento em relação a 2017 quando o potencial de consumo foi de R$ 30 bilhões. A cidade figura na terceira posição do estado – ficando atrás apenas da capital (R$ 348 bilhões) e Campinas (R$ 37,6 bilhões) – e 13ª no ranking nacional.

Os dados fazem parte do estudo IPC Maps 2018, especializado no cálculo de índices de potencial de consumo nacional, com base em dados oficiais.

O levantamento também revela onde os consumidores gastam sua renda, trazendo um comparativo, inclusive, por classes sociais. A manutenção do lar (incluindo aluguéis, impostos, luz, água e gás) lidera a lista de consumo, absorvendo 26,8% do mercado. Os demais itens também são básicos, como: alimentação (17,2% no domicílio e fora), transportes e veículo próprio (7,5%), vestuário e calçados (4,8%), materiais de construção (4,4%), recreação, cultura e viagens (3,3%), medicamentos (3,2%), eletrodomésticos e equipamentos (2,4%), educação (2,2%), higiene pessoal (2,2%), móveis e artigos do lar (1,9%), bebidas (1,2%) e artigos de limpeza (0,7%), entre outros.

Segundo o estudo, o potencial de consumo das famílias brasileiras em 2018 é de R$ 4,45 trilhões, estimando-se um índice de inflação IPCA de 3,70%. A população total registra 209,2 milhões de habitantes, com 84,7% (177,2 milhões) residindo na área urbana. O consumo per capita urbano soma R$ 23.365,89, enquanto o rural, R$ 9.511,79.

Gastos dos brasileiros chegarão a R$ 4.4 trilhões em 2018
Após um longo período de estagnação, as famílias brasileiras retomam os hábitos de consumo e devem movimentar R$ 4,4 trilhões na economia até o final deste ano, o que significa um aumento real de 3% (variação de R$ 240,7 milhões) em relação a 2017.

O trabalho conclui, ainda, que, o fenômeno da interiorização, em ascensão desde 2015, começa a perder sua participação no cenário do consumo (de 55% em 2017, cai para 54% neste ano), cedendo espaço ao restante do Estado, representado pelas capitais e, principalmente, suas regiões metropolitanas, cuja evolução é da ordem de 45% para 45,8%.

Foto: Fábio Nunes Teixeira