Polícia nas ruas

Estamos a poucos meses do término de 2020. Ao longo do ano, muita coisa aconteceu e também muito se fez pelos brasileiros de São Paulo. No caso, na área da segurança, há números que surpreendem e por isso merecem que cheguem ao conhecimento da população. De janeiro até setembro, os nossos 645 municípios contaram com 85 mil policiais militares na proteção da vida e na prevenção de crimes.

Na parte de drogas, a Polícia Militar apreendeu 180 toneladas de entorpecentes no Estado todo. Noventa e cinco mil pessoas foram presas e 6 mil armas saíram de circulação. Carros que tinham sido furtados ou roubados das vítimas entraram na lista do balanço. Ao todo, foram 27 mil veículos que voltaram para os donos.

No último dia 9, sexta-feira, véspera do feriado, foi desencadeada a Operação Rodovia Mais Segura, para combater intensamente o crime, além de dedicar atenção em divisas do Estado. Foram quase 1 tonelada e meia de drogas apreendidas durante esta operação. As equipes policiais contaram com o apoio de helicópteros Águia.

Dentre as ocorrências, houve a apreensão de 55 tijolos de pasta base de cocaína escondidos em um porta-malas de carro na Rodovia Raposo Tavares, 1.088 tijolos de maconha na Rodovia Fernão Dias e 246 tijolos em São José do Rio Preto. Ao final da Operação, 1.458,552 kg de drogas foram apreendidos.

No dia seguinte, policiais militares do 5° Batalhão de Polícia Rodoviária apreenderam um caminhão carregado com cigarros contrabandeados em Itu. Foram encontradas 670 caixas com aproximadamente 335 mil maços de cigarros cada.Ou seja, a polícia está cada vez mais presente e atenta para coibir os principais crimes.

No número de emergência da PM, o Copom ou 190, foram recebidas 15 milhões de chamadas dos mais variados tipos, como ajuda em partos, roubos em andamento, auxílio em engasgos, discussões e barulho e desordem no meio da rua. É um contato que as pessoas confiam e toda ligação é gravada.

Para ajudar os moradores a criarem ambientes mais seguros, a PM tem atuado com os Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs), defensores da população e ‘vozes’ que alertam sobre questões de zeladoria urbana e segurança.

Nesta mesma linha, existe o programa de segurança chamado Vizinhança Solidária. Inicialmente, a medida era na zona sul e hoje existe em praticamente toda cidade de São Paulo e interior. De forma conjunta, moradores e polícia atuam numa valiosa parceria e conseguem prevenir furtos e roubos. Quem participa, fixa na fachada da casa e nas grades de prédios uma placa com o nome do programa. Ainda há muito a fazer.

Coronel Alvaro B. Camilo