Louças e metais ganham ‘toque hi tech’ e customização

Fresh shower behind wet glass window with water drops splashing. Water running from shower head and faucet in modern bathroom.
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Da Redação

Conferir uma feição mais humanizada a seus produtos, mesmo frente ao inevitável processo de automação que domina a produção em larga escala. Na Expo Revestir 2018, este foi o objetivo das marcas de louças e metais para banheiro, cozinha e áreas de serviço. Tanto nas peças assinadas, ou não, por grandes designers.

O apelo sustentável aliado às inovações tecnológicas também bateu forte. “Buscamos criar sistemas que auxiliem no gerenciamento do consumo de água, conectando todo o aparelho hidráulico da casa a um aplicativo da marca”, detalha Danilo Braga, representante comercial da Deca, que apresentou as novas bacias sanitárias High Tech, que controlam temperatura e economizam energia, além da linha Smart Link, sistema que monitora de vazamentos a entupimentos e alerta o morador.

A sofisticação tecnológica não se fez presente, porém, apenas no funcionamento de cada peça, mas, igualmente, no acabamento. Chuveiros como o Raindream da Roca, a linha Futura da Lorenzetti e os modelos da Deca, impressos em 3D, mostram que unir o design ‘soft’ ao poder de resistência se transformou em preocupação de primeira ordem para os fabricantes.

“Inovação é fundamental, mas ela precisa estar agregada a um desenho moderno e que valorize o ambiente”, afirma Paulo Galina, supervisor de marketing da Lorenzetti.

Apesar de todo poder do hi-tech, é no toque humano que os produtos parecem ganhar pontos aos olhos do consumidor. Seja por meio da assinatura de um grande nome do mercado ou de uma maior possibilidade de escolha por parte do consumidor. A Docol, por exemplo, ampliou sua linha de acabamentos com a introdução de quatro novas tonalidades metálicas, enquanto a Roca encomendou ao arquiteto Ruy Ohtake, uma novíssima coleção de cubas. A customização também ganhou espaço nas banheiras da Victoria + Albert para a austríaca Doka, que podem receber desenhos em suas superfícies.

“A casa é o espaço mais nobre das pessoas. É uma extensão do que elas são”, resume Guilherme Bertani, presidente da Docol. E que ninguém pense que a máxima se refere à frequentada sala ou ao recluso dormitório. Do banheiro à área de serviço, o tom está dado: é preciso atender aos mais íntimos desejosdos moradores. E claro, com tecnologia e sustentabilidade.

Imagem: Divulgação

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