Ligando o botão “HUMANIDADE”.

Escrevi esse texto no auge da pandemia e acredito que podemos lê-lo novamente e refletir nesses dias de novo normal.

Devido esse momento tão maluco em que estamos vivendo, as pessoas ficando em casa de quarentena, trouxemos um pouco de reflexão para a nossa vida. Acredito que começamos a nos avaliar e mudar alguns valores que carregávamos ou que deixamos embutir em nossas crenças. Pois, estamos vivendo em um mundo que algumas situações passavam por nós e nos deixava chateado e, mas depois de um tempo, passava. Princípios, que antes estava enraizado nos nossos conceitos de vida, coisas básicas da vida, já não nos alegram mais.

Agora que estamos nesse momento, em que não temos a liberdade de sair de casa por causa de um vírus, desencadeando alguns surtos de pânico, sentimos falta das coisas simples, percebemos o valor de um passeio na rua. Querer nos aproximar de pessoas onde dias atrás estávamos longe e mesmo assim, estava tudo normal.

O que será que é felicidade realmente para as pessoas? Qual é o valor da família e dos próximos? O quanto estamos dispostos a ajudar as pessoas?

Começamos a dar valor as coisas quando a perdemos. Julgamos o tempo todo, sempre acreditando que somos o senhor da razão e não vemos os nossos defeitos e os não feitos que poderíamos ter realizado. Agora, apenas nessas horas começamos a querer acreditar que a maioria faz a diferença. Que juntos realmente somos mais fortes e felizes, que dependemos de todos para ter uma parte do todo.

O que podemos tirar de ensinamento nessas horas?

Que podemos olhar menos para o defeito do próximo e ter mais gratidão pelo simples. Que podemos ter um pensamento onde protege as pessoas em geral, mais forte do que meus próprios interesses. Que tudo ocorrendo de acordo com as leis do universo, isso me fará mais livre e feliz.

Sim! Podemos criar a atmosfera para melhorar o meu ambiente, fazendo que o do próximo seja ótimo também.

Sim! Eu posso ter os melhores dias da minha vida, nos pequenos gestos na minha jornada.

Sim! Podemos gerar gentileza e transformar o mundo em lugar bom. Faremos isso, quando começarmos a enxergar as boas intenções dos atos das pessoas, mesmo que essa intenção não venha chegar em mim.

Creio que nesses momentos, podemos ativar nosso modo mais humanizado e entender que para ser feliz precisamos criar o ambiente feliz, rodeado de pessoas felizes. E isso só depende da gente.

Vamos praticar e boa sorte!