Em São Pedro, turista vê de perto produção de cerveja e cachaça

Da Redação

Nas noites de sexta-feira e sábado, a movimentação é intensa na Avenida dos Imigrantes, uma das vias mais importantes da estância turística de São Pedro. Ali está a Cervejaria HZB, que recebe entre 300 a 400 visitantes nos fins de semana, a maior parte deles turistas da Região Metropolitana de São Paulo que vêm à cidade para aproveitar os atrativos turísticos e apreciar a cerveja artesanal.

Há 10 anos no mercado, a HZB está na Rota Cervejeira do Estado de São Paulo. E oferece uma experiência diferenciada ao visitante. Além de conhecer cada etapa de fabricação no tour guiado, ele pode consumir no local cada um dos cinco rótulos da linha, disponíveis em tulipas ou pints.

Para abastecer tamanha clientela, a produção mensal é de, em média, 8 mil litros. Entre porções e rodadas de cerveja, é possível experimentar cervejas tipo Pilsen, Red Lager, Stout, Weizz e IPA.

Da produção à fermentação e maturação são 21 dias. “O visitante tem uma experiência completa. Conhece a produção, consome uma cerveja com malte importado, o que é um diferencial, sem mencionar a qualidade da água de São Pedro. E leva para casa os kits que são opções de presentes com boa aceitação”, afirma Claudio Fernando Gimenez, mestre cervejeiro da HZB.

Direcionada a eventos abertos ao público ou privados, a HZB montou o seu próprio beer truck, estrutura que oferece os rótulos da cerveja que são servidas em um bocal que imita um guidão de motocicleta.

A modalidade itinerante da marca circula bastante em eventos realizados na cidade, especialmente os direcionados a motociclistas.

Cachaça científica

Em um dos pontos mais altos de São Pedro, a uma altitude de 1.100 metros, a Cachaçaria Da Diretoria está posicionada diante de uma das vistas mais deslumbrantes para a Serra do Itaqueri. É dali que o visitante conhece os alambiques e a produção da cachaça, renomada em todo o país, graças ao embasamento científico da fórmula, que tem orientação técnica da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ), da Universidade de São Paulo (USP), no processo de formulação de aguardentes bidestiladas.

A cachaça é fabricada com água mineral natural que sai de poços artesianos a uma profundidade de 350 metros. Temperatura e umidade são a combinação ideal para o envelhecimento nos tonéis de carvalho, onde a bebida fica por 18 meses até o envase. A visita monitorada acontece de terça-feira a domingo das 10h às 18h. O investimento é de R$ 15 e, ao final, é possível experimentar as cachaças ouro e prata enquanto aprecia a visa da serra, de onde é possível avistar a cidade de Piracicaba.

Imagem: Divulgação