Agricultura orienta sobre como escolher e consumir cogumelos

Você sabia que existem mais de 45 mil espécies de cogumelos? Apesar disso, somente 10% são comestíveis e apenas 20 espécies são produzidas comercialmente. As espécies mais cultivadas e vendidas no Brasil são o Champignon de Paris, responsável por 66% do total de cogumelos in natura produzidos no país, o cogumelo Ostra e o Shiitake.

Para incentivar a inclusão desses alimentos na dieta da população, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio da sua Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro), conta com o livro gratuito “Cogumelo: Variedades e receitas”.

A publicação digital pode ser baixada nas principais plataformas, como o iTunes, Livraria Cultura, Amazon e Kobo e traz dicas sobre os principais tipos de cogumelo cultivados no Brasil, como escolher o produto na hora da compra, como conservar, higienizar e preparar.

“Na Ásia, são consumidos cerca de oito quilos de cogumelos por pessoa anualmente, e na Europa são dois quilos. A publicação da Codeagro visa incentivar o consumo e, consequentemente, a produção de cogumelos, gerando renda e produtividade ao agricultor paulista”, explica o especialista Carlos Eduardo Batista Fernandes.

Consumidos preferencialmente in natura, para manter aroma, paladar e nutrientes característicos – mas também encontrados nas versões desidratada ou em conserva, os cogumelos têm baixo teor de gorduras e são ricos em fibras, proteínas, fósforo, complexo B e cálcio, indicados para fortalecer ossos e dentes, auxiliar no tratamento de doenças como diabetes, hipertensão, doenças
cardiovasculares e câncer.

Seu preparo é bastante versátil, conforme as receitas que estão disponíveis no livro da Codeagro. “Os cogumelos possuem propriedades anti-inflamatória, antissenil, antiúlcera, antiviral, antibacteriana e antitumoral, impedindo ou dificultando o aparecimento de células cancerígenas. Os mais conhecidos dos brasileiros são o shiitake, o shimeji, o cogumelo de Paris e o portobello, que são usados em pratos quentes e frios”, afirma a nutricionista Sizele Rodrigues.

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